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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
março 31, 2013

Rogério Ribeiro (1950-2007)


Coisa assim que me caiu no goto foi, entre várias outras, esta serigrafia de Rogério Ribeiro e a frase nela inscrita, patente na Casa da Avenida, em Setúbal, em exposição denominada Obra Gráfica de Rogério Ribeiro. Aqui fica, para partilha:  


«Só quando a terra for nossa, meu amor, teremos Pátria»

O que me sugeriu, com a devida vénia, este desenvolvimento:

só quando a terra que é nossa soubermos chamar-se Mátria
só quando a palavra amor for maior que um punho erguido
só quando o punho empunhar o arado de outra lavra
só quando se erguer do chão cada dia construído
só quando essa construção for nossa como a palavra
só quando a terra for nossa, meu amor, teremos Pátria.

- poema de Jorge Castro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:01


março 26, 2013

homenagem a Fernanda Frazão e Jorge Castro
pela Comunidade de Leitores e Cinéfilos
das Caldas da Rainha

«Foi bonita a festa, pá, fiquei contente…». E é assim, com este expediente de recurso a Chico Buarque, que me parece o modo mais airoso de comentar a comemoração do 10º aniversário de actividades em prol da Cultura a que se tem devotado, de corpo e ânimo, a Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha e que teve lugar no passado dia 23 de Março, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha.




Com essa comemoração se celebrou também o Dia da Poesia e da Árvore, bem como se homenageou, muito merecidamente, a querida amiga Fernanda Frazão, historiadora, investigadora de primeira água e responsável primeira da editora Apenas Livros. Tempo e espaço de homenagem, ainda, a este cidadão, Jorge Castro, que as voltas da vida vão dizendo que é poeta e que, vai para uma dúzia de anos, tem encontrado nas Caldas da Rainha um dos locais privilegiados de acolhimento à sua obra poética.


Como sempre, diversas e diversificadas foram, como é apanágio das organizações com o cunho da Comunidade de Leitores, as representações de forças vivas e culturalmente activas das Caldas da Rainha. A todos os participantes, nas pessoas de Palmira e Carlos Gaspar, que enriqueceram de humanidade este grande encontro de afectos, aqui lavro o meu agradecimento e deixo o testemunho de que, como sempre, me fizeram sentir em casa.

Tivemos uma alargada participação de alunos do Conservatório de Música de Caldas da Rainha:


- Ruben Belizário

- Maria João Gonçalves

- Bruno Estêvão

- Ricardo Pereira

- Os homenageados dizem de sua justiça. perante uma sala muito bem preenchida e uma audiência acolhedora...


- Fernanda Frazão


- Intervenção de Tânia Leonardo, levando à cena, na verdadeira acepção da expressão, alguns poemas do autor.



Apresentação e divulgação do «Olha-te», organização da qual respigo do seu sítio a seguinte informação:

O Projecto “Olha -Te” é dirigido fundamentalmente para pessoas doentes de cancro e respectivos familiares e consiste no acto do individuo olhar-se para si próprio e centrar-se em actividades expressivas e lúdicas que contribuam para a melhoria de qualidade de sua vida.

É um projecto de cariz social, baseado no bem-estar e na esperança de uma melhoria de vida das pessoas carenciadas pelas circunstâncias da sua enfermidade. Praticar quotidianamente actividades artísticas e trabalhos manuais com um sentido prático e belo. Despertando, assim, a sensibilidade artística num trabalho regular, torna-se possível a fortificação da vontade do indivíduo do conhecimento do mundo e dos seus conteúdos.

Este projecto tem como mentora a associada Célia Antunes, a quem aos 30 anos, foi diagnosticado cancro que uma vez ultrapassado, passados 7 anos, sente e compreende a necessidade de desenvolver uma plataforma de apoio àqueles que da mesma forma lutam contra esta doença. (http://olha-te.oeste.pt/apresentacao/).

Sequenciando esta apresentação, tivemos a intervenção dos poetas:

-  Alberto Campos

- Paulo da Ponte

- Apresentação do Curso de Jazz e Música Moderna do Conservatório de Caldas da Rainha

- A nossa anfitriã, Aida Horta Reis, responsável pela Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha.

- Uma simpática e amável comunicação da senhora vereadora da Cultura e da Acção Social da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Maria da Conceição Jardim Pereira, enaltecendo a meritória acção que vem sendo desenvolvida pela Comunidade de Leitores.

- A sessão prosseguiu com a leitura de novos poemas do autor, reflectindo e discorrendo sobre os penosos e suspeitos dias que atravessamos... 


... a que se seguiu a participação amabilíssima de poetas e amigos das Caldas da Rainha:

- Isabel Gouveia, que muito em breve lançará belíssima colectânea da sua obra poética.

- Joana Cavaco

- Jorge Valadas

- Tânia Basílio, do grupo Bailado Yôga, sob orientação dos professores António Ferreira
e Manuela Soares

- Participação, também de poetas e amigas de Coruche:
- Ana Freitas

- Rosário Freitas

- Participação, ainda, de poetas e amigos de Oeiras e de Cascais

- Eduardo Martins

- Estefânia Estevens

- Francisco Lampreia

- Cumpriu-me agradecer, reiteradamente, tantos mimos que, se me emocionam, não deixam, por outro lado, de agudizar a noção de responsabilidade que lhes deve ser subjacente.

- eu


- No encerramento da sessão, o  Concerto do Orfeão Caldense, dirigido pela professora Ruth Horta.

E haverá sempre mais. Que se mantenha em nós, para tanto, engenho e arte!

- fotografias de Lourdes Calmeiro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:18


março 21, 2013

no dia mundial da Poesia
e noutro dia...

um poema
um só que fosse
que trouxesse em si
o gesto de ser doce
esse gesto como um gosto
que acontece
quando o Sol
nos lava a cara
e amanhece.

No dia 23 de Março, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, decorrerá, a partir das 14h30 e promovida pelo Comunidade  de Leitores e de Cinéfilos das Caldas da Rainha, uma sessão de homenagem a Fernanda Frazão (editora Apenas Livros) e a mim próprio. O convite aqui fica, bem como a minha grande vontade de vos ver por lá.
 


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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:12


março 19, 2013

convite
sessão de poesia em homenagem a José Leite de Vasconcelos
no Museu Nacional de Arqueologia

Amizades,

Quero partilhar convosco o convite que me foi formulado - e que muito me honra - pela Direcção do Museu Nacional de Arqueologia, para homenagear José Leite de Vasconcelos através da sua poesia. Aqui fica, então, um resumo dessa sessão, para a qual muito me aprazaria contar com a vossa presença:

- Homenageando a faceta de filólogo e poeta do Dr. José Leite de Vasconcelos no ano do 120º aniversário do Museu Nacional de Arqueologia o poeta, declamador e animador de comunidade de poetas, Jorge Castro, virá ao Museu, dia 22 de março (sexta-feira), às 18h00, fazer uma sessão que celebre o Dia da Poesia e da Árvore e que terá um programa que inclui poesia do fundador do Museu, além de outras peças escolhidas.

A sessão decorrerá na exposição Religiões da Lusitânia.

Com uma actualidade que emociona e desperta, a poesia deste nome maior da cultura portuguesa mantém-se fonte de inspiração que atravessou o tempo em busca de nós.

Fim de tarde, ali mesmo, aos Jerónimos... Conto convosco!

Abraços.

Jorge Castro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:11


março 17, 2013

A História como Memória Colectiva
trazida às noites com poemas por
João Paulo Oliveira e Costa

O que nos leva a ter essa noção ou consciência colectiva de povo, de nação? Quais os factos ou os mitos que nos enformam? Qual a relevância do indivíduo ou do acto isolado nesta construção colectiva? O que nos une, afinal, perante tanta aparente diversidade de sentires e de saberes?

Mais do que muitas as interrogações que nos foram suscitadas pelo desafio proposto por João Paulo Oliveira e Costa, historiador, investigador e autor já de farto espólio literário, e a que deu abundantes, ilustradas e polémicas respostas, percorrendo os caminhos da nossa História.  


Após o costumeiro momento de boas vindas aos presentes e sucinta apresentação do nosso convidado...



... foi-lhe dada a palavra, tendo este tido artes de nos prender a atenção...  


... através de um discurso fluido, inteligível e seguro, trilhando sem hesitações, para além daquelas que o bom senso de um investigador deve manter perante o progresso contínuo dos conhecimentos, os caminhos da nossa História.


Essa temperada humildade não lhe coarctou, entretanto, o discurso assertivo e esclarecido, nem o claro fio condutor do mesmo...



... para uma plateia cativada e onde se podiam ver diversos «mestres do mesmo ofício» e, daí, de maior exigência relativamente aos conteúdos.



Plateia que brindou, depois, o nosso convidado, com diversas intervenções suscitadas pela sua apresentação e defesa do tema e que constituíram, também, grande apoio no sentido esclarecer ou aprofundar algumas das muitas estimulantes pistas que João Paulo Oliveira e Costa nos deixou. 


Após a dissertação do nosso convidado, teve lugar a participação interessada de quantos se aprestam e afoitam a dar o corpo ao manifesto nestas artes da poesia, exemplo inequívoco dessa diversidade que nos faz mais ricos e completos, afinal a circunstância que nunca deixou de estar presente em toda a sessão e que compõe essa estranha e desafiante arte de (se) ser português. 














A História como Memória Colectiva, tema oportuníssimo neste momento que vivemos, como esteio e marco dos passos que queremos dar, a caminho do futuro, para o qual tanto têm faltado janelas de esperança e que, creio bem não exagerar ao referir-vos, que foi brilhantemente tratado e desenvolvido pelo historiador e nosso convidado, João Paulo Oliveira e Costa.  

No final, teve lugar o «convívio de encerramento», como muito bem se lhe poderá chamar, oportunidade para esclarecimento de algumas outras dúvidas e troca de contactos que ajudam a expandir a arte do encontro, como é apanágio, cada vez mais intenso, destas nossas sessões.   

  

- Fotografias de Lídia Castro e de Lourdes Calmeiro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:07


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noites com poemas 2


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