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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
agosto 27, 2008

fotografando o dia (108)


um caminho que seduz
entre sombra
contraluz
ao espreitar da janela
um caminho que conduz
a quem por ele se afoitar
que a vida é feita de andar
mesmo em estreita viela

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:46


agosto 25, 2008

inconsistências...

(- Então e um poema? Perguntam-me alguns... A verdade é esta: com tanto espalhafato e luminescência, com tanta aparência transmutada em realidade, com tanta realidade terrível demais para ser verdade, fica onde esse lugar para um poema?...)


Que sentido faz cantar?
De que serve a nossa voz?
Em que lugar do olvido
nos vamos perder de nós?

E o mar? Sua cadência
não dá sentido à distância?
Nem o vento
torvelinho
embala ou revolve o ninho
nos ramos da nossa infância?

O que muda
ou permanece
quando o homem que é humano
da humanidade se esquece?

O que muda
se acontece não sentir da urtiga o dano
entre verdade e mentira
tanto vale quem dá ou tira
e o que é
é o que parece?

E será só que anoitece
cada dia
em cada ano
porque a Terra gira fria
no Universo onde mora
ou porque é chegada a hora
por decreto ou litania
de dar luz ao desengano?


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:15


agosto 21, 2008

Nélson... sem palavras!


Há silêncios que valem ouro!...

- Fotografia obtida em http://diario.iol.pt/desporto/pequim-2008-jogos-olimpicos-nelson-evora/983384-4062.html

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 15:32


agosto 19, 2008

mais um porquê da relativa fraqueza portuguesa nos jogos olímpicos de Beijing...


- Atleta português pró-olímpico, estagiando em Sirmione, Itália
(num claro exemplo de endereço deslocado...)
Fotografia gentilmente cedida pelo repórter A. Noronha


Será falta de oxigenação, talvez, esse mal que nos afecta nas Olimpíadas de Beijing...

(Também, que diabos, há mais de trinta anos que o governo chinês comunicou a actualização oficial do nome da sua capital e, por cá, a malta não atina nem por mais uma com o Beijing. Esta teimosia ou é uma manifestação de carácter à prova de bala ou é burrice, mesmo. Mais uma daquelas angústias existenciais em que o meu coração balança.)

Mas, voltando aos atletas, este problema de falta de motivação, ou de estímulo, ou de falência pontual, ou de verbalização infeliz prende-se, de certezinha absoluta, com aquele problema quase atávico de que falava António Sérgio, e que nos aflige desde a transição do século XVI para o século XVII, em que alguns mentores do espírito lusitano, guindados ao poder, acharam por bem cultivar a ideia de que os miolos apenas serviam para servir à mesa - estou a falar da célebre mioleira, claro, hoje também em desuso, hélas - receita, aliás, muito do agrado do tempo da «negra ditadura fascista» onde foi superiormente cultivada por esse extraordinário regime que se auto-intitulou «Estado Novo», e que manteve tal denominação mesmo quando era patente para todos que o único ingrediente novo que ele comportava, ultimamente, eram as tenras criancinhas do Ballet Rose...

Consubstancia-se esta doutrina assim a modos que num Ahlzeimer institucional, que se traduz naqueles diktats, do tipo: «aqui ninguém lhe paga para pensar» ou «as louras não pensam, existem» ou «para quê pensar se temos jornais desportivos?», etc., etc.

E, depois, é o que se vê - por mim falando, também, que já nem sei porque enveredei por esta conversa... A questão, portanto, pretende fazer-se centrar muito mais no que se diz do que no que se faz o que, convenhamos, em termos de competição desportiva, não será o mais avisado.

Certo é que as circunvoluções cerebrais, neste país, vão servindo, aparentemente, para a maioria dos cidadãos esperarem que desponte um produto chamado pêlo e cujo conjunto se convencionou chamar cabelo, o qual arranjado, mais ou menos, é comum denominar cabeleira. Assim como se fosse uma mão-cheia de barro onde se espetam arranjos florais, sem que se atine em dar-lhe um uso mais consentâneo.

E é isto o que se me oferece dizer acerca dos alegadamente fracos desempenhos verificados pelos portugueses nos jogos olímpicos de Beijing que, por cá, se chamam de Pequim. Na verdade, estávamos todos fartos de saber que, com a desmotivação que grassa pelo país fora, porque haviam de ser diferentes os profissionais-amadores do desporto?

Veja-se o empenho do responsável máximo da formação olímpica: depois de ter admoestado verbalmente a falta de brio de alguns atletas... fez o quê? Vá, digam lá!... Pois, muito coerentemente, aproveitou para anunciar que não se recandidatará à função, desgostoso que está pelos desempenhos verificados (fica-nos, pelo menos, essa ideia) - o que apenas pode servir, neste momento, para desmoralizar ainda mais um bocadinho aqueles que esperam pelo seu superior magistério. Ou seja, deu uma de falta de brio, ao abandonar o barco em plena tormenta. Vá lá a malta perceber isto. A verdade é que acaba por fazer escola, pois é bem sabido que os bons exemplos vêm de cima, não é?

E como sair deste ciclo vicioso (e, quiçá, viciado) sem ter de responsabilizar tão só os atletas, como naquela rábula da equipa de canoagem em que só um remava? Árdua, a solução.

Entretanto, o maior aplauso para todos aqueles ATLETAS DE ALTA COMPETIÇÃO que, independentemente da modalidade que abraçaram, se atrevem a sê-lo num país assim desgovernado como o nosso, tantas vezes arrostando com dificuldades que não lembrariam ao diabo!...

(Nota - texto reescrito. O original, entretanto corrigido, elaborado num portátil em transporte público, enfermava de diversos sobressaltos provocados pela dispersão e agitação natural do meio de transporte utilizado, ainda para mais sem ar condicionado.)

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:45


agosto 13, 2008

La bella Italia! Impressões de viagem...

Bem me avisam os amigos mais chegados de que isto de «ir lá fora» é manobra de alto risco... Não tanto porque os perigos espreitem ao virar de cada esquina, mas porque o risco corrido, esse sim altamente elevado, é o de embasbacar, perturbando-se-nos o entendimento, com graus de intensidade que podem atingir a fatalidade do AVC.


O passeio foi pelo norte e nordeste de Itália.


Milão, Como, Belaggio, Pádua, Verona, Vicenza, Veneza, Murano, Burano... os lagos de Como, de Garda, o Maggiore, o Lugano... o Castelo Sforzesco, as Catedrais, a Pinacoteca di Brera, o Teatro Olímpico... criaram em mim uma «amálgama de beleza», uma perplexidade pela capacidade - afinal humana! - de tudo se nos apresentar limpo, calmo e cuidado, apesar da enorme quantidade de pessoas que fruíam aqueles espaços, que se me entaramela o discernimento e a língua só de os mencionar.


Invade-me uma mistura de inveja do que lá vi misturada a uma angústia com o que por cá vejo, que nem sei se lhe chame provincianismo ou objectividade. Estou entranhadamente amarrado a este Portugal onde me fiz, mas onde o incomensurável das tarefas a levar a cabo para nos aproximarmos, comportamentalmente, desta Europa assusta.


O património cuidado, a suavidade, a um tempo cautelosa mas fruidora, com que cada um usufrui dele, a tranquilidade e apaziguamento que isso nos traz, em plena época de férias de Verão, com a pressão humana inevitável com que deparei, ainda mais ajudou ao espantamento.


Uma feira na praça principal é desmontada em meia-hora. A limpeza da praça está feita na meia-hora seguinte! Eu assisti e acredito que tal não tenha sido feito apenas para me convencer.

Há flores por toda a parte, canteiros que alguém cuida para nosso deleite - e isso, para além da cintilante beleza a envolver-nos, também significa emprego.


Podemos imaginar que o dinheiro que por ali flui - aparentemente, a rodos - não seja tão imaculado quanto a paisagem. Mas os euros, lá como por cá e em sintonia com as pessoas - que todos somos feitos da mesma massa - são obtidos com as mesmas lógicas. O que difere, então? Este é um busílis que se nos impõe, a nós, portugueses, ainda antes de tentarmos alterar o concerto do mundo.



Nem o calor sufocante ou as dezenas (centenas?) de milhares de pessoas que cirandavam por Veneza conseguiram estragar o efeito geral. Há uma pressa sem atropelos, uma presença física sem gritos... E, logo, em Itália, numa realidade que se mostra já tão distante dos filmes do realismo italiano!


Encargos do passeio? Perfeitamente comportáveis para um «classe média portuga» que seja capaz de combater o impulso de entrar em grandes restaurantes (aliás, tal como por cá). Trânsito? Ainda que de cumprimento de regras mais do que discutível, sempre perfeitamente fluido.


Garantiram-me serem as auto-estradas caríssimas. Mentira, se as compararmos às nossas. O alojamento talvez seja mais caro, mas nada de transcendente. Em qualquer caso, a pequena amostra que refiro não poderá servir de bitola nem de dictat. E nem estou a comparar com o Algarve!


Nos meios urbanos, a bicicleta impera, com direitos de cidadania sobre outros transportes privados. Da matrona gorda, vinda das compras, à velhinha seca e espevitada, passando pela ragazza, belíssima, de salto altíssimo e roupagem de alta costura, tudo pedala, minha gente!



Também o acolhimento foi positivo, com a ressalva de que o pedido de informações na rua geralmente não é aconselhável, por termos ficado com a experiência de que, oito em cada dez vezes, a resposta leva-nos para os antípodas do nosso destino... Ou, então, o nosso italiano é bem pior do que pensávamos.


A propósito, colhi também a experiência de que, falando português, a receptividade é muito mais favorável do que buscar o entendimento em inglês, por exemplo. E isso foi, repetidamente, muito confortável.


Ficou-me, por tudo isto, uma sensação muito próxima daquela que colhi, há algum tempo, nos Açores e que é esta: as pessoas aprenderam a cuidar bem daquilo que as rodeia e que as enforma, antes de tudo, para seu próprio usufruto. Há quem lhe chame autoestima. Os turistas e o seu enlevo vêm por arrasto e consequência lógica.



Talvez pareça exagero mas não vi, em todas as zonas históricas que calcorreei a pé, uma construção que necessitada de obras elas não estivessem a ser feitas. Com taipais civilizados e, até, estéticos; com atenções para uma perturbação mínima da circulação pedonal. Será que, em Itália, não há (como cá) conflitos de heranças ou atropelos de poderes?...


E os simpáticos eléctricos, em Milão? Cruzam a cidade em todas as direcções. Trazem neles imagens do seu passado, enquanto transportam as pessoas para o seu futuro. O que terá levado as nossas maiores cidades a, praticamente, abandonarem este popular meio de transporte?


Depois, por três euros, o turista adquire um bilhete que lhe permite viajar, durante 24 horas, em todos os meios de transporte urbanos, podendo percorrer a urbe em todos os sentidos e mais um, enganar-se, voltar a enganar-se e ir dar sempre aonde pretende, deixando o carro num estacionamento que custa 5 euros por dia... menos de metade do que eu pago em Lisboa!


Enfim, gostei. Muito. E se me der, hei-de voltar. Não é esse o grande desidério de quem zela pelo turismo, o regresso do turista agradado?

E a oferta, meus senhores, é para as massas. A qualidade é fruída por todos e por toda a parte, obviamente em sucessivos patamares de encargos em função das posses, ao contrário do que propõem os nossos mentecaptos governantes com a sua monomaníaca paranóia pelos campos de golfe.

É, decerto, esta uma opinião subjectiva. Mas é a minha e colhi-a sem ser por interposta pessoa. Há, na verdade, por cá muito a fazer e cada vez é mais tarde para meter mãos à obra.

- fotografias de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 16:28


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