<$BlogRSDUrl$>

mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
maio 30, 2006

fotografando o dia (31)


fala de uma barriga à espreita
vá para fora cá dentro
faça como eu que me lanço
sobre um lenço e mais descanso
neste banquinho cruento

e se vir o colesterol
dê-lhe notícias do sul
que eu só tenho por lençol
deste céu o manto azul

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:24


maio 29, 2006

pontapeando o dia


- Há um dirigente futeboleiro qualquer a gastar por dia e apenas para repousar o seu esforçado corpinho aquilo que metade da população activa nacional não ganha por mês? E daí?... A malta não se queixa de falta de dinheiro para tudo e não continua a encher os estádios onde, a maior parte das vezes – para não dizer todas – sai de lá a dizer que o “futebol está uma grande merda”? (Mas regressa, na semana a seguir… talvez para apurar se as moscas serão, ainda, as mesmas, que nós cá somos curiosos!...).

- O Cristiano Ronaldo, aquele donzel de fino trato e apolíneo perfil, é um exemplo a seguir para a juventude lusitana quando…?
alínea a) À saída do campo ergue, com pujança, o seu reguila dedinho do meio aos assobios com que o mimoseiam?
alínea b) Pespega uma destemperada canelada canalha num adversário, em jogo “amigável” com Cabo Verde?
Fico sempre na dúvida, nestas coisas dos pontapés… Já o Maradona, nunca percebi se foi elevado à categoria de ídolo (logo, outro exemplo a seguir) por meter golos com a mão, sem o árbitro ver, ou por snifar coca (ou pela acumulação das duas capacidades).

- Nacionalistas de bandeirada… Eles põem a bandeira a fazer de chapéu, põem-na pelas costas, tipo super-homem das docas, sentam-se-lhe em cima para não sujarem os calções, limpam-lhe o sebo do couro cabeludo nos bancos dos carros, esfregam o suor das desportivas axilas com o trapo verde e rubro… Então, aquele não é um símbolo nacional maior e digno de grande respeito no trato?... Na mesma óptica, faria algum sentido imprimir o Hino Nacional nos rolos de papel higiénico, atendendo a supostas premências da sua profusa divulgação? E tudo porque um qualquer iluminado algum dia fez um apelo imbecilóide aa que poderíamos chamar de “nacionalismo ao pontapé”…

- E já ouviram falar dos tratos de polé de que foram vítimas as ingénuas e patéticas mulheres (aos milhares, santo Deus!!!) que alinharam no esquema proposto pela SIC e pelo BES para construírem "a maior bandeira do mundo"? Parece que só faltou serem arrebanhadas a chicote... É o que dá quando se alinha em carneirices.

Está visto. Por mais que me esforce, continuo a fazer parte daquele reduzido grupo de retardados que não percebe nada das coisas da bola!...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:31


maio 28, 2006

fotografando o dia (30)



real

fica tão perto o real
que pinto
daquele outro da mentira

que minto
sempre à procura
de outro real
que pressinto

- foto e poema de Jorge Castro

Etiquetas:


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:45


maio 24, 2006

fotografando o dia (29)

mão

perto do campo pequeno

vi esta mão num aceno


o corpo

uma massa informe

só a mão

mostrava a fome.


- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:37


maio 23, 2006

até sempre, Fernando

________________________

Ao Fernando
do Fraternidades


algures
uma nuvem que se aviva na memória do teu rosto
do teu carinho
das tuas impertinências

tenho
à minha volta
a tua voz como alimento do meu tempo

não sei chorar a tua ausência
porque não te sinto ausente

mas não sei porque o sentir-te assim presente
provoca em mim esta comoção de lágrimas

éramos dois neste caminho
mas só eu fico
e o caminho continua passo a passo

tenho e sinto esta dor a oprimir-me em fogo o peito
mas estou certo de te encontrar tranquilo em mim
sempre que os meus dias se encham de solidão.

saudades já, do OrCa
____________________

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:21


maio 21, 2006

fotografando o dia (28)


epitáfio


aqui jaz

uma paragem

que não tomou andadura

a tanto traz

a viagem

que se perde da aventura.


- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:33


maio 18, 2006

fotografando o dia (27)


provocação


fazem números de nós

amor

de quase nada

e no entanto há tanto

tanto amor

feito de nada.


- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:59


maio 17, 2006

sem comentários...

A RTP 1 tem estado a dar honras de acontecimento piramidal à re-inauguração do Campo Pequeno remoçado, dando cobertura a um espectáculo à La Féria, que é assim a modos de um refogado espaventoso com lantejoulas, temperado a ervinhas de ópera em playback e muito barulho de luzes...

Também, muito verde e vermelho, muitos decotes, muitos pechotes de improváveis toucados e tourada à portuguesa. Lisboa recuperou finalmente a sua alegre capacidade civilizacional de apresentar ao turista lides com touros, para além das touradas sem bicho a que estamos habituados.

Não resisto: nada como uma boa faena para desviar a atenção da atrasada Europa do facto de nós, por cá, considerarmos oficialmente que uma belas taponas dadas numa criança deficiente ainda são um dos mais eficazes métodos educacionais!

Não vi o espectáculo até ao fim, mas estou capaz de jurar que ainda se vai cantar o Hino!

Fado, Fátima, futebol e touros! Aí, valentes!

Realmente, mais baixo, nem na fossa do Mindanau... (digo eu, que vou lá a cada passo).

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:08


maio 16, 2006

Sophia (A)mar


No próximo dia 17 de Maio de 2006, pelas 22 horas

Sophia (A)mar


na Biblioteca Municipal de Cascais

em São Domingos de Rana

Se puderes, aparece, traz amigos e alguns poemas.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:49


maio 11, 2006

fotografando o dia (26)



páro por entre os reflexos da cidade
cansado de voar e de voragens
olho em frente
à procura da vontade
que me leve para além destas miragens.

- foto e poema de Jorge Castro

Etiquetas:


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:04


maio 09, 2006

Não! Nem me acredito, nem quero acreditar!

Farto de tentar avaliar - com todos os possíveis e imaginários benefícios da dúvida - da justeza de atitudes como o encerramento de escolas e de unidades de cuidados de saúde como forma inevitável de sobrevivência da economia de um país, nem me acredito no que me dizem, nem quero acreditar!

Olhando para os recentes estádios, para as benesses incontáveis dos arregimentados ao poder, para as declarações de lucros fabulosos de exercício de grandes empresas em tempos de crise, eu nem me acredito, nem quero acreditar!

Sabem porque vai por aí essa fúria desalmada de alargamento em auto-estradas? Segundo me dizem, é apenas porque uma directiva comunitária impedirá a cobrança de portagens em vias com menos de três faixas!!! Não porque a circulação o justifique. Não porque a calamidade das mortes na estrada o torne imperioso. Não. Apenas porque uma directiva comunitária está em vias de acabar com mais uma mama!

E o despautério de arrasamento de caríssimos viadutos e pontes, construídos há menos de 10 anos um pouco por todo o país, é justificado por esta sanha avassaladora de nos entrarem pelos bolsos dentro!

Quantas escolas, quantos professores, quantos hospitais, quantos médicos nasceriam de cada ponte agora arrasada?

Imperioso encerrar uma escola com menos de dez alunos? Nem que fosse apenas um! Quem se arroga o direito de contabilizar os custos do analfabetismo, dessa viciosa "interioridade", que barra os horizontes - inconstitucionalmente, dir-se-ia - àquele petiz cujos pais se arriscaram numa aventura de resistência longe do mar?

E como podemos aceitar que um parto, em Badajoz, seja 1.000 (!) Euros mais barato do que em Elvas? E que isso seja razão para encerrar a unidade de ginecologia em Elvas, contratualizando essa prestação de serviços em Badajoz, e não - numa lógica muito mais clara e transparente - apurar as razões profundas dessa disparidade no preço e responsabilizar os seus fautores?

Enfim, por este caminho de subserviências, de cerviz curvada, ainda havemos de marchar para o açougue destinado ao abate dos velhos (que nós seremos) por empecilhos óbvios ao "progresso" e à "travagem da derrapagem do déficit", quem sabe sob o libelo de entraves à modernidade.

Felizmente - e nem tudo é negativo - um secretário de estado anunciou o possível alargamento do porto de Portimão, para que as viaturas do próximo Lisboa-Dakkar possam entrar na barra sem problemas e para que não demandem as "imprescindíveis" viaturas desportivas à vizinha Espanha... O pior é se eles, os Espanhóis, conseguem "cozinhar" por lá um porto mais em conta, o que nem será difícil... E lá se nos desarvora o rali para Badajoz!

Tanta, tanta porcaria! Mas como é que ainda conseguimos respirar?

Quando o sr. ministro da saúde pergunta, demagógica e artificiosamente, porque é que, se as ricas vão ter os filhos a Badajoz, não hão-de as pobres ter o mesmo direito... o que esse sr. ministro oculta é que o que está em causa não é tanto a ida a Badajoz, mas muito mais o direito de opção que, assim, mais uma vez ele sonegará às tais pobres, a quem acua para terras de Espanha, encerrando o que, em Portugal, está afinal à sua responsabilidade e que, manifestamente desiste de saber gerir.

Pelo caminho vai ficando a noção de estado regulador e redistribuidor, aplanando assimetrias, para se ir transformando numa empresazita rasca e mal gerida, apenas financiada a fundo perdido pelos impostos que suga despudoradamente e à tripa-forra, sem dar cavaco a ninguém e que malbarata a bel-prazer.

Para isto não se elegem governantes. Receio que o meu sacrossanto voto apenas esteja a servir para legitimar uma associação de malfeitores, que se sequencia infindavelmente, nem sequer interessando a suposta "cor" com que se transveste, para iludir os tansos, que já alguém nomeou como "o bom povo português".

Emigremos, pois, para Badajoz, se é lá que se encontra a Arca do Tesouro!

Última hora (em 10 de Maio, a modos de diário de bordo): Afinal, uma das unidades de Ginecologia que estava para encerrar por só lá existir um obstetra, já não encerra porque a autarquia, se calhar enraivecida, contratou mais quatro especialistas!!!! Ah, então havia médicos contratáveis!... Então porque é que o estado não os contratou antes de asnear, mas a autarquia pôde contratar?

Lá está!... Pedem-se esclarecimentos: O problema é haver ou não haver médicos especialistas? É haver ou não haver pruridos e urticárias partidárias a manifestarem desagrados? É apenas uma medida "anti-déficit" à Sócrates, pura e dura, ou é o quê?

É o quê o que se está a passar neste país?

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:16


maio 07, 2006

fotografando o dia (25)


a vertigem de sentir-se

tal qual um Homem-Aranha

só tropeça no desmaio

confessado a mal ouvir-se:


"a chatice é se eu caio...

lá em baixo

quem me apanha?..."

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:51


maio 04, 2006

fotografando o dia (24)



quantas vozes a gritar alvoroçadas?
quantas vezes um pregão se faz em grito?
quantos gritos se apregoam mal feridos?
quantos cravos até ser rubro infinito?
até quando tanta sede
tantos gritos?
até quando amanhecer sem alvoradas?

- foto e poema de Jorge Castro

Etiquetas:


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:20


maio 03, 2006

"do trabalho" (autora: deSaraComAmor)

Porque se trata de um sentido grito de corpo e alma, que subscrevo sem hesitar, com vénia e aplauso, hoje aqui vos deixo as palavras - que digo eu? - o manifesto que a minha amiga e cúmplice de poesias "deSaraComAmor" nos ofereceu, no 1º de Maio, no seu blog "Poemas de Trazer Por Casa e Outras Estórias", em que eu tenho, também, o gozo e a honra de colaborar:



"Uma das componentes mais marcantes da natureza humana: a necessidade de agir sobre o meio ambiental e social, produzindo bens alimentares, bem-estar, saber, riqueza material, artística, científica, progresso. Trabalhar. Um direito, um dever, uma necessidade, um vício, um escape, um objectivo, uma benção, uma seca, um castigo mas, sobretudo, uma forma de estar e de ser. Somos também aquilo que fazemos. Quem se sente realizado no seu, tem aí uma fonte de juventude e saúde mental. Quem se sente injustiçado no seu, quem se sente maltratado, quem se sente explorado, assediado, incompreendido, preterido, aniquilado, tem aí uma fonte de amargura que envenena o quotidiano. Por vezes, quem o tem, lamenta-o, quem o não tem busca-o. Quem o procura desespera, quem o perde sente o maior vazio da sua existência. Quem o deixa ficar rotineiro e vazio, definha. Quem se impõe metas e desafios rejuvenesce. Quem se entrega, morre. Quem não luta pela melhoria de condições no seu, dá força à forte corrente do poder. Quem aprendeu a calar cedeu ao medo. E cada vez mais o círculo se estreita à volta do trabalhador, neste pequeno Portugal como no mundo inteiro. Este é visto como uma força motriz, um compto, um dígito positivo ou negativo, um alvo a abater ou a promover, conforme o interesse do momento. Os imperativos do lucro, definem o destino do indivíduo, alteram-lhe os planos, a estabilidade, o génio, a vida familiar. A justificação do défice faz-se na plataforma laboral, sacrifica-se na condição laboral, traduz-se no arruinar de vidas, com a conivência e incentivo do Estado. Este é o árbitro silencioso das vidas anónimas. Agora cada vez mais, é o propulsor da instabilidade, porque cada mudança é uma medida economicista susceptível de arredondar as vidas, ao arredondar défices, provocados estes por quem não soube gerir a economia de um país.


Sou professora. Em meia dezena de decretos vi a minha família separada, o meu local de trabalho mudado, o horário de trabalho aumentado, os meus direitos adquiridos esmagados, o meu tempo limitado, o meu grupo de docência alterado, com mais quinhentas pessoas à minha frente para efeitos de concurso, a minha criatividade cerceada, a minha progressão na carreira congelada, a minha idade de reforma aumentada em mais de seis anos e a minha dignidade profissional posta em causa. Sei de quem não tenha sequer conseguido ainda um lugar nesta escalada, apesar de lhe ter sido proporcionada a formação adequada. Sei dos jovens deste país no fim de uma interminável listagem sem esperança. Sei das fábricas paradas, dos campos desertos e lamento. Lamento um país que não soube dimensionar a educação, a formação profissional, o investimento, a produção, e resolve agora moralizar cegamente aqueles que apenas pretendem exercer o seu direito ao trabalho.


Por isso hoje, penso em todos aqueles que foram esmagados pela roda desatenta do progresso, assim lhe chamam preversamente. E sem demagogia, sem pretensões moralistas, apetece-me saudar os que resistem, incutir esperança aos que esperam, animar os que sucumbem, desejar a todos a realização possível no trabalho, a felicidade única de fazer parte de um todo com uma tarefa a cumprir.


Bom dia do Trabalhador!"


publicado por deSaraComAmor

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:35


maio 01, 2006

Maio

falo-te em Maio do pão
dias de Abril que lá vão
em Maio por ter de ser algo maior que o viver
grita em Maio a Primavera
lamenta-se quem fica à espera
perdido na contradança de perder de si a esperança

e há sempre punhos cerrados contra muros de opressão
feridas as mãos de Maio
como se flores em desmaio
feridas as flores no chão
por temores alucinados e combates de uma vida
a combater pelo pão

mas chega já Maio ao mar de giestas descobertas
numa ânsia de crescer
que não se vende o amor
e mesmo as nuvens incertas tapam o Sol por temor
de que lhes morra o voar por não saberem crescer

e eu aqui a falar de pão neste Maio de espantar
dias de Abril que lá vão
e há tanto aí por crescer
e há tanto amor por amar
que o mar nem chega a secar por mais que o seque o Verão.

- Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:08


Arquivo:
Janeiro 2004 Fevereiro 2004 Março 2004 Abril 2004 Maio 2004 Junho 2004 Julho 2004 Agosto 2004 Setembro 2004 Outubro 2004 Novembro 2004 Dezembro 2004 Janeiro 2005 Fevereiro 2005 Março 2005 Abril 2005 Maio 2005 Junho 2005 Julho 2005 Agosto 2005 Setembro 2005 Outubro 2005 Novembro 2005 Dezembro 2005 Janeiro 2006 Fevereiro 2006 Março 2006 Abril 2006 Maio 2006 Junho 2006 Julho 2006 Agosto 2006 Setembro 2006 Outubro 2006 Novembro 2006 Dezembro 2006 Janeiro 2007 Fevereiro 2007 Março 2007 Abril 2007 Maio 2007 Junho 2007 Julho 2007 Agosto 2007 Setembro 2007 Outubro 2007 Novembro 2007 Dezembro 2007 Janeiro 2008 Fevereiro 2008 Março 2008 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Julho 2008 Agosto 2008 Setembro 2008 Outubro 2008 Novembro 2008 Dezembro 2008 Janeiro 2009 Fevereiro 2009 Março 2009 Abril 2009 Maio 2009 Junho 2009 Julho 2009 Agosto 2009 Setembro 2009 Outubro 2009 Novembro 2009 Dezembro 2009 Janeiro 2010 Fevereiro 2010 Março 2010 Abril 2010 Maio 2010 Junho 2010 Julho 2010 Agosto 2010 Setembro 2010 Outubro 2010 Novembro 2010 Dezembro 2010 Janeiro 2011 Fevereiro 2011 Março 2011 Abril 2011 Maio 2011 Junho 2011 Julho 2011 Agosto 2011 Setembro 2011 Outubro 2011 Novembro 2011 Dezembro 2011 Janeiro 2012 Fevereiro 2012 Março 2012 Abril 2012 Maio 2012 Junho 2012 Julho 2012 Agosto 2012 Setembro 2012 Outubro 2012 Novembro 2012 Dezembro 2012 Janeiro 2013 Fevereiro 2013 Março 2013 Abril 2013 Maio 2013 Junho 2013 Julho 2013 Agosto 2013 Setembro 2013 Outubro 2013 Novembro 2013 Dezembro 2013 Janeiro 2014 Fevereiro 2014 Março 2014 Abril 2014 Maio 2014 Junho 2014 Julho 2014 Agosto 2014 Setembro 2014 Outubro 2014 Novembro 2014 Dezembro 2014 Janeiro 2015 Fevereiro 2015 Março 2015 Abril 2015 Maio 2015 Junho 2015 Julho 2015 Agosto 2015 Setembro 2015 Outubro 2015 Novembro 2015 Dezembro 2015 Janeiro 2016 Fevereiro 2016 Março 2016 Abril 2016 Maio 2016 Junho 2016 Julho 2016 Agosto 2016 Setembro 2016 Outubro 2016 Novembro 2016 Dezembro 2016 Janeiro 2017 Fevereiro 2017 Março 2017 Abril 2017 Maio 2017 Junho 2017 Julho 2017 Agosto 2017 Setembro 2017 Outubro 2017 Novembro 2017

This page is powered by Blogger. Isn't yours?Weblog Commenting by HaloScan.com



noites com poemas 2


capa do livro Farândola do Solstício
Obras publicadas
por Jorge Castro

contacto: jc.orca@gmail.com

Autor em

logo Apenas

Colaborador de

logo IELT

Freezone

logo Ler Devagar


Correntes de referência:
80 Anos de Zeca
... Até ao fim do mundo!
Aventar
Encontro de Gerações (Rafael)
É sobre o Fado (João Vasco)
Conversas do Café Grilo
Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras
Final Cut - o blogue de cinema da Visão
Oeiras Local
O MOSCARDO
Poema Dia
Profundezas

Correntes de proximidade:
A Funda São
Amorizade (Jacky)
A Música das Palavras (Jaime Latino Ferreira)
Anomalias (Morfeu)
Ars Integrata
Ars Litteraria
Ars Poetica 2U
As Causas da Júlia (Júlia Coutinho)
As Minhas Romãs(Paula Raposo)
Belgavista (Pessoana)
Blogimmas
Blogotinha
Bloguices
Câimbras Mentais (AnAndrade)
Carlos Peres Feio
chez maria (maria árvore)
Coisas do Gui
deevaagaar
Divulgar Oeiras Verde (Ana Patacho)
e dixit (Edite Gil)
Fotos de Dionísio Leitão
Garganta do Silêncio (Tiago Moita)
Isabel Gouveia
Itinerário (Márcia Maia)
Metamorfases
Mudança de Ventos (Márcia Maia)
Mystic's
Nau Catrineta
Notas e Comentários (José d'Encarnação)
Novelos de Silêncio (Eli)
Pedro Laranjeira
o estado das artes
Palavras como cerejas (Eduardo Martins)
Parágrafos Inacabados (Raquel Vasconcelos)
O meu sofá amarelo (Alex Gandum)
Persuacção - o blog (Paulo Moura)
Queridas Bibliotecas (José Fanha)
Raims's blog
Relógio de Pêndulo (Herético)
Risocordeluz (Risoleta)
Rui Zink versos livros
Repensando (sei lá...)
sombrasdemim (Clarinda Galante)
Tábua de Marés (Márcia Maia)
Valquírias (Francília Pinheiro)
Vida de Vidro
WebClub (Wind)

Correntes de Ver:
desenhos do dia (João Catarino)
Esboço a Vários Traços

Correntes Auspiciosas:
ABC dos Miúdos
Manifesto-me
Netescrita
Provérbios

Correntes Favoráveis
A P(h)oda das Árvores Ornamentais
Atento (Manuel Gomes)
A Paixão do Cinema
A Razão Tem Sempre Cliente
A Verdade da Mentira
Bettips
Blog do Cagalhoum
Cadeira do Poder
CoeXist (Golfinho)
Congeminações
Crónica De Uma Boa Malandra
Desabafos - Casos Reais
Diário De Um Pintelho
Editorial
Escape da vida...
Espectacológica
Eu e os outros...
Eu sei que vou te amar
Fundação ACPPD
Grilinha
Há vida em Markl
Hammer, SA
Horas Negras
Intervalos (sei lá...)
João Tilly
Lobices
Luminescências
Murcon (de JMVaz)
Nada Ao Acaso
NimbyPolis (Nilson)
O Blog do Alex
O Bosque da Robina
O Jumento
(O Vento Lá Fora)
Outsider (Annie Hall)
Prozacland
O Souselense
O Vizinho
Palavras em Férias
Pastel de Nata (Nuno)
Peciscas
Pelos olhos de Caterina
Primeira Experiência
Publicus
Puta De Vida... Ou Nem Tanto
Santa Cita
The Braganzzzza Mothers
Titas on line
Titas on line 3
Senda Doce
TheOldMan
Traduzir-se... Será Arte?
Um pouco de tudo (Claudia)
Ventosga (João Veiga)
Voz Oblíqua (Rakel)
Zero de Conduta
Zurugoa (bandido original)

Corrente de Escritas:
A Arquitectura das Palavras (Lupus Signatus)
Além de mim (Dulce)
Ana Luar
Anukis
Arde o Azul (Maat)
Ao Longe Os Barcos De Flores (Amélia Pais)
Babushka (Friedrich)
baby lónia
Branco e Preto II (Amita)
Biscates (Circe)
blue shell
Cartas Perdidas (Alexandre Sousa)
Chez Maria (Maria Árvore)
Claque Quente
2 Dedos de Prosa e Poesia
Escarpado (Eagle)
Erotismo na Cidade
Fôlego de um homem (Fernando Tavares)
Há mais marés
Humores (Daniel Aladiah)
Insónia (Henrique Fialho)
Klepsidra (Augusto Dias)
Letras por Letras
Lua de Lobos
Lus@arte (Luí­sa)
Mandalas Poemas
Menina Marota
Novos Voos (Yardbird)
O Eco Das Palavras (Paula Raposo)
Porosidade Etérea (Inês Ramos)
O Sí­tio Do Poema (Licínia Quitério)
Odisseus
Paixão pelo Mar (Sailor Girl)
Palavras de Ursa (Margarida V.)
Palavrejando (M.P.)
Poemas E Estórias De Querer Sonhar
Poesia Portuguesa
Poetizar3 (Alexandre Beanes)
Serena Lua (Aziluth)
Sombrasdemim (Maria Clarinda)
Sopa de Nabos (Firmino Mendes)
T. 4 You (Afrodite)
Uma Cigarra Na Paisagem (Gisela Cañamero)
Xanax (Susanagar)

A Poesia Nos Blogs - equipagem:
A luz do voo (Maria do Céu Costa)
A Páginas Tantas (Raquel)
ante & post
As Causas da Júlia
Cí­rculo de Poesia
Confessionário do Dilbert
Desfolhada (Betty)
Estranhos Dias e Corpo do Delito (TMara)
Extranumerário (GNM)
Fantasias (Teresa David)
Fata Morgana... ou o claro obscuro
Jorge Moreira
MisteriousSpirit (Sofia)
Passionatta (Sandra Feliciano)
Peças soltas de um puzzle
Poemas de Trazer por Casa e Outras Estórias - Parte III
Poesia Viva (Isabel e José António)
Poeta Salutor (J.T. Parreira)
Que bem cheira a maresia (Mar Revolto-Lina)
Sais Minerais (Alexandre)
Silver Soul
Sombra do Deserto (Rui)

Navegações com olhos de ver:
Em linha recta (lmatta)
Fotoescrita
gang00's PhotoBlog
Nitrogénio
Objectiva 3
Pontos-de-Vista
Rain-Maker
O blog da Pimentinha (M.P.)
Passo a Passo
Portfólio Fotográfico (Lia)
Words (Wind)

Já navegámos juntos...
Aliciante (Mad)
A Rádio em Portugal (Jorge G. Silva)
Atalhos e Atilhos
Cu bem bom
Encandescente
Geosapiens
Incomensurável
Isso Agora...
Letras com Garfos (Orlando)
Luz & Sombra
Pandora's Box
Pés Quentinhos
Praça da República em Beja (nikonman)
SirHaiva
Testar a vida
Tuna Meliches

Correntes de Consulta:
Abrupto
A Lâmpada Mágica
Aviz
Blogopédia...
Bloguítica
Contra a Corrente
Contra a Corrente
Conversas de Merda
Cravo e Canela
Do Portugal Profundo
Inépcia
Médico explica medicina a intelectuais
Oficina das Ideias
Portugal No Seu Pior
Professorices
República Digital
Retórica e Persuasão
Ser Português (Ter Que)
You've Got Mail

Correntes interrompidas:
A Nau Catrineta (zecadanau)
Aroma de Mulher (Analluar)
A Voz do Fado!
blog d'apontamentos (Luí­s Ene)
Catedral (ognid)
Cidadão do Mundo
Conversas de Xaxa 2
CORART - Associação de Artesanato de Coruche
Cumplicidades (Maria Branco)
Flecha
Fraternidades (Fernando B.)
Ilha dos Mutuns(Batista Filho)
Histórias do mundo (Clara e Miguel)
Lazuli (Fernanda Guadalupe)
luz.de.tecto (o5elemento)
Letras ao Acaso
Madrigal - blog de poesia
Mulher dos 50 aos 60 (Lique)
O Mirmidão
O soldadinho de chumbo
Palavras de Algodão (Cris)
podiamsermais (Carlos Feio)
Poemas de Manuel Filipe
Porquinho da Índia (Bertus)
Um Conto à Quinta
Xis Temas (António San)

noites com poemas